Em operações com alto volume transacional, o crescimento não aumenta o controle — ele expõe falhas na estrutura de dados. Na Mary Kay, a combinação de escala e múltiplos canais intensifica esse efeito.
Nesse contexto, a visibilidade financeira nem sempre acompanha a operação. Dados fragmentados e não padronizados comprometem o controle de recebíveis e a leitura do fluxo financeiro.
Entenda como a Mary Kay reorganizou sua estrutura de dados para recuperar visibilidade sobre recebíveis. Continue a leitura!
À medida que uma operação escala, a expectativa é que mais dados tragam maior controle. Na prática, o efeito pode ser o oposto, afinal, o crescimento também amplia a quantidade de sistemas, meios de pagamento, canais de venda e pontos de entrada de receita.
O que antes era um fluxo relativamente linear fica distribuído em múltiplas camadas, com registros que não seguem necessariamente o mesmo padrão ou a mesma lógica de consolidação.
Esse tipo de cenário é comum em operações como a Mary Kay, que combinam alto volume transacional com diversidade de formas de pagamento e uma estrutura comercial descentralizada.
Nesses casos, a complexidade é uma consequência do modelo de operação. O problema ocorre quando ela não é acompanhada por uma estrutura capaz de organizar os dados gerados.
Sem consolidar vendas, liquidações e prazos em uma mesma base, a leitura do caixa perde precisão. Quando isso não acontece de modo integrado, a leitura da operação perde consistência. Mesmo com muitos dados disponíveis, a compreensão do fluxo financeiro fica comprometida, limitando a capacidade de avaliar a real posição da empresa.
Considere que, em um ambiente com alto volume transacional, qualquer erro na base pode ganhar escala e gerar uma situação difícil de reverter. Sem uma estrutura unificada de dados, o controle se torna limitado.
Dados do IPC Maps mostram que os gastos das famílias brasileiras com o mercado da beleza em 2024 foram de R$ 218 bilhões. Em 2025, havia uma expectativa de que eles ficassem acima de R$ 242 bilhões.
Trata-se de um setor com alto volume financeiro. A Mary Kay se posiciona nesse mercado com diferentes tipos de atuação e presença global, o que amplia o número de fontes de receita.
A diversidade de meios de pagamento aumenta o nível de controle necessário. Ocorre a soma das alternativas tradicionais, como boletos, aos meios digitais, incluindo cartões, wallets e pagamentos online. Quanto maior é a variedade, mais forte é a necessidade de controle.
É preciso conciliar diferentes taxas, adquirentes e prazos, que são gerenciados em sistemas distintos, o que tende a gerar silos de informação.
Até 2018, a Mary Kay não tinha visibilidade transacional suficiente para validar recebíveis com precisão. A parceria com a Equals mudou esse cenário.
A partir da ferramenta, a Mary Kay passou a conseguir visualizar repasses com filtros detalhados e monitorar taxas e recebíveis. Fabiana Bottini, gerente de meios de pagamento e prevenção a fraudes da empresa, relata a sua experiência com a Equals.
Nas palavras da profissional sobre a plataforma: “É muito importante porque precisamos ter visibilidade de quando vamos receber. Não é só fazer a conta 30/60/90. Precisamos saber o que o adquirente tem que pagar, o que está pagando e quanto vamos receber”.
Dados isolados não garantem controle. Sem integração e consistência, eles não se traduzem em leitura confiável do fluxo.
Quando diferentes áreas ou parceiros operam com sistemas distintos, os dados ficam distribuídos e exigem consolidação manual ou processos intermediários para serem interpretados. Esse tipo de estrutura aumenta o risco de inconsistências e reduz a confiabilidade da informação.
A ausência de conexão entre áreas financeiras, de risco e de recebíveis normalmente gera fragmentação, retrabalho e perda de eficiência operacional. O problema não é a falta de dados, mas a incapacidade de organizá-los de forma consistente.
Sem integração, padronização e governança, o volume de informação cresce, contudo, a clareza não acompanha. O resultado frequentemente é uma operação que produz muitos dados, no entanto, mantém baixo controle sobre seus recebíveis.
A consolidação dos recebíveis é viável quando a operação organiza os registros em uma estrutura integrada. Em operações com múltiplos meios de pagamento, essas informações precisam seguir uma lógica comum.
A integração de sistemas financeiros consiste em conectar plataformas — como ERPs (Enterprise Resource Planning, ou Planejamento de Recursos Empresariais), bancos e sistemas de cobrança.
Na prática, o que muda é a lógica de funcionamento da operação. Os dados ficam organizados em um fluxo único, padronizado e contínuo. É essa reorganização que permite consolidar recebíveis com consistência e transformar informação dispersa em visão financeira utilizável.
A plataforma da Equals utiliza a tecnologia 100% em nuvem, conectando pagamentos, fiscal e conciliação. O ambiente é modular, escalável e automatizado, acompanhando o crescimento da operação.
A ferramenta é projetada para atender a grandes varejistas e marketplaces. A plataforma amplia a capacidade de conciliação ao integrar dados ao longo de todo o fluxo transacional, proporcionando:
Como resultado, a empresa utiliza a tecnologia inteligente como aliada do seu crescimento, impulsionando a sua expansão de maneira organizada.
Quando a operação financeira ganha complexidade, o volume de dados exige organização e leitura consistente ao longo do fluxo. Esse processo, implementado pela Mary Kay com a ajuda da Equals, dá visibilidade à gestão, tornando a expansão ordenada e sustentável.
Entre em contato com a Equals e veja como estruturar a conciliação e o controle de recebíveis em operações complexas!